Estações de Reciclagem ganham a população

Estações de Reciclagem do supermercado Pão de Açúcar completaram em abril nove anos de existência, comemorando o sucesso da iniciativa

O Brasil é o país que mais recicla alumínio no mundo. No entanto, ficamos atrás de nações como, Alemanha e Holanda, quando o processo de reciclagem leva em conta todo o lixo urbano produzido pela população.

Por isso, o sucesso das Estações de Reciclagem do supermercado Pão de Açúcar chama a atenção. A iniciativa completou nove anos de existência em abril, acumulando números significativos. Em levantamento feito em 2008, as estações já haviam recolhido 23 mil toneladas de lixo reciclável, sendo arrecadada por mês cerca de 500 toneladas.

O supermercado lançou o projeto, Estação de Reciclagem, em 2001. O grupo tinha como objetivo chamar a atenção de seus clientes para a importância da reciclagem, e para os efeitos positivos que a mesma gera ao meio ambiente e, consequentemente, para a população em geral.

Foram montadas na parte exterior do supermercado estações de reciclagem com diversas caçambas, cada uma coletando um material específico.
“A ideia de construir essas estações veio da nossa preocupação com o meio ambiente e com o bem estar da sociedade. Afinal uma causa está ligada a outra”, explica Ricardo Aparecido, 29, gerente administrativo da unidade Morumbi.
A iniciativa se transformou em um grande sucesso. Ricardo conta que cada vez mais pessoas estão se unindo ao projeto, e separando em seus lares o lixo orgânico, do lixo reciclável.

“A população está respondendo bem ao projeto. Todos falam que estão satisfeitos. Em apenas um dia, saem daqui duas vans da prefeitura carregadas de lixo reciclável’, expõe Ricardo.
Desde 2005, Maurício Favali, 38, engenheiro, tem o costume de separar o lixo em casa. Foi nesse mesmo período que o engenheiro descobriu a iniciativa do supermercado, e desde então encaminha seu lixo para as estações da rede.

“Como eu sou engenheiro eu sei o quanto a reciclagem de materiais é importante. Não precisamos gastar mais em algo novo, sendo que o velho pode ser reciclado e reutilizado”, enfatiza Maurício.
O engenheiro diz que, no começo, depositava o lixo em caminhões de coleta seletiva de empresas privadas, mas após saber que essas empresas acabavam por misturar os materiais, passou a levá-los ao Pão de Açúcar.

A responsável por recolher o material do supermercado e por designá-lo até as cooperativas que darão início ao processo de reciclagem é a prefeitura. A mesma desenvolve em alguns bairros da cidade de São Paulo, a coleta seletiva, que é feita uma vez por semana, em um horário específico.

Programa da TV Record, Legendários, vai conferir de perto o vazamento de petróleo no Golfo do México

Para acompanhar de perto o vazamento de petróleo na região do Golfo do México, o programa da TV Record, Legendários, mandou o repórter Felipe Solari até a região para reportar o acidente ambiental que já é considerado por muitos especialistas como o maior acidente ecológico da história.

Com o Meio Ambiente não se brinca



De toda a água doce disponível em nosso planeta, 13,7% se encontra em território brasileiro, fator que permite nos considerarmos privilegiados. No entanto, somente 2,5% da água de todo o planeta é doce, a qual é considerada própria para o consumo humano.

Sem a água, é impossível ao ser humano sobreviver, dependemos deste recurso para uma porção de coisas vitais, como, por exemplo, a produção de alimentos e a higiene pessoal. Porém, grande parte da água, atualmente, se encontra poluída, seja pelo esgoto despejado nos rios e mares, ou pelo lixo jogado em locais indevidos pelos seres humanos, entre outros fatores.

Dentre todo este lixo produzido por nós, segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), 40% é formado por papel, o qual pode ser reciclado até mesmo em casa, e que a partir dessa iniciativa preserva não somente o meio ambiente em geral de ser poluído, mas também a derrubada de árvores.

Junte as crianças no final de semana e brinque de reciclar papel, afinal, nada melhor que unir diversão com respeito ao meio ambiente. Além do mais, você já deve ter ouvido de alguém que educação vem de casa, sem contar, que o futuro do nosso planeta também depende das crianças de hoje.

No entanto, se a correria do dia a dia não te permitir “brincar” um pouco, não deixe de contribuir, separe o papel do lixo orgânico para a coleta seletiva, ou então leve em algum posto de recolhimento, alguns lugares chegam a pagar certa quantia por peso de papel recolhido.

Há diversas formas de contribuir para salvar o Planeta Terra, não importa se são pequenas ou grandes ações, o importante é ser consciente e repensar certos hábitos. Não jogue lixo em vias públicas, ajude a evitar enchentes e a poluição da água. Recicle o papel que já não tem mais serventia, ajude a preservar o meio ambiente!

obs.: clique no título em preto para saber como reciclar papel em casa.

Nada de "muuuu", opte pelo couro ecológico.

A última moda da estação, ou melhor, das estações, tem sido o debate a respeito do tema "Sustentabilidade". Estamos cansados de ver nos noticiários, todos os dias, a resposta do meio ambiente às ações dos seres humanos. A cada dia, mais desastres e tragédias ecológicas acontecem, é o nosso lar nos pedindo socorro.

Dentro desta realidade, um dos grandes assuntos discutidos atualmente é o aquecimento global, ou seja, o aumento da temperatura média do Planeta Terra num curto período de tempo. Problema tratado no documentário “Uma Verdade Inconveniente”, dirigido por Davis Guggenheim, e que é causado pela alta emissão dos gases estufa, dentre eles o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4). Este, emitido também pelos animais ruminantes, como os bovinos.

Isso mesmo, as adoráveis vaquinhas, as quais nos fornecem o leite quentinho e aquela bolsa maravilhosa de couro, ajudam sim a agravar o quadro do aquecimento global. Portanto, por falar em moda, que tal investir em saídas alternativas e trocar a bolsa linda e o sapato maravilhoso (que aperta os dedos dos pés), por uma bolsa, tão bonita e descolada, só que de couro ecológico?

O couro ecológico é fabricado a partir do sal comum, o petróleo ou gás. No entanto, o sal é um recurso abundante em nosso planeta, e o gás e o petróleo empregados no processo de fabricação são usados de maneira eficaz, ou seja, sem desperdício, o que ajuda a conservar as reservas dos combustíveis fósseis não renováveis.

Além disso, é um produto de grande durabilidade e resistência, do jeito que nós mulheres gostamos. Por isso, nada melhor que estar na moda e, ao mesmo tempo, contribuir para o cuidado com o meio ambiente e o do nosso planeta em geral. Aliás, nada mais na moda que estar antenado em assuntos e soluções sustentáveis.

Portanto, na hora de comprar seus acessórios em couro, escolha o couro ecológico, além de preservar a vida dos animais, a vida do planeta e de todos nós habitantes, inclusive futuros habitantes, também estará sendo preservada.

Não jogue o futuro do Planeta Terra pelo ralo!

Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), um litro de óleo de cozinha é capaz de contaminar um milhão de litros de água, o suficiente para abastecer uma pessoa por 14 anos. Além disso, jogar fora esse resíduo de maneira indevida pode causar entupimentos e refluxo de esgoto, os quais, por sua vez, podem causar enchentes.

Portanto, na hora de se livrar desse tipo de resíduo é extremamente importante que o mesmo seja devidamente colocado em recipientes bem fechados, os quais devem ser colocados junto aos resíduos orgânicos para coleta.

Ou então, este produto pode ser reutilizado para fazer, por exemplo, sabão caseiro. No entanto, embora a receita e o modo de fazer sejam simples, um dos ingredientes é a soda caustica, a qual é perigosa de ser manuseada, então para os mais estabanados, a melhor alternativa é levar o resíduo em postos de recolhimento, de onde este produto é encaminhado para a “reciclagem”.

É de extrema importância, que tenhamos consciência que pequenos atos podem mudar a realidade do nosso planeta. Além de nós, os futuros habitantes têm o direito de ter uma vida saudável e rica em recursos naturais. Portanto, ao pensar em jogar o óleo de cozinha no ralo, lembre-se que você pode estar jogando, também, o futuro do seu planeta pelo ralo.

obs.: clique no título em preto para saber mais.

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A busca pelo jornalismo que atue a favor da vida

O jornalismo, por ser destinado e lido diariamente por um grande número de pessoas, é um dos mais expressivos e eficientes meios de informação e por isso tem o papel de divulgar a importância da preservação e conservação do meio ambiente. "Assim, o jornalismo tem a função não só de gerar conhecimento, mas de provocar o debate. Este é exercício inerente à profissão, e ganha uma carga extra de responsabilidade quando passamos a lidar com o tema ambiental, que impõe questões de caráter múltiplo e contraditório" (in Girardi; Massierer; Schwaab).
Porém, atualmente, não é exatamente o que acontece, pois, o jornalismo passa um conceito banalizado e não se vê um aprofundamento amplo que permita ao leitor entender exatamente o que significa sustentabilidade. E segundo Girardi, Massierer e Schwaab, isso ocorre por causa do contexto histórico dessa profissão, caracterizada por pertencer a empresas privadas com interesses globalizados. Assim, os meios de comunicação em geral acabam por propagar visões de mundo e de mercado que, muitas vezes, induzem o leitor/telespectador ao consumismo.
O que não é algo sustentável, pois a sustentabilidade implica em se ter um equilíbrio econômico, espacial e social. E, para Capra (2002), se não houver essa concordância o mundo está exposto a uma catástrofe e os danos podem ser irreversíveis. "Nessa precária situação, é essencial que a humanidade reduza sistematicamente o impacto de suas atividades sobre o meio ambiente natural" (Capra, 2002, p. 157).
Portanto, percebe-se que o jornalismo e outros meios de comunicação, por induzirem à reflexividade, são importantes ferramentas sustentáveis para tornar a sociedade mais consciente e fazer com que esta cuide e respeite mais o meio ambiente. E, para isso ocorrer, a mídia precisa tratar o tema ambiental com mais relevância e levantar questões que possibilitem ao homem continuar vivendo nesse planeta. "Na perspectiva das Ciências Sociais, estamos diante do desafio de fazer um jornalismo dialógico e embasado. Um jornalismo reflexivo, capaz de atuar a favor da vida e de ver a teia das relações existentes" (in Girardi; Massierer; Schwaab).
O referencial teórico utilizado para a construção dessa matéria está disponível em:

Iniciativas que geram lucro

Artesanatos recicláveis se transformam em renda e em realização de sonhos para quem sabe aproveitar

Sabemos que dinheiro nos ajuda a conquistar sonhos, mas que nem sempre estes são possíveis e acessíveis para nossa realidade. Então o que fazer para gerar uma renda a mais e depender só de você mesmo para isso?

Maíra Gonçalves Fontoura, 29 anos, encontrou a resposta e o caminho para realizar um sonho. “Paguei toda minha festa de formatura com o meu artesanato”, comemora.

Por meio de uma maneira sustentável e ecologicamente correta, Maíra achou uma maneira de reaproveitar objetos descartados e transformar em lucro. Especialmente, no ano em que sabia que se formaria na faculdade de Marketing, a artesão criou “Eco Latas”, apelido carinhoso que ela mesma deu ao seu trabalho, feitas com decoupage em guardanapos, aplicados em latas de leite em pó. No Natal de 2009, Maíra aproveitou a comemoração e saiu vendendo suas latas: “vendi na faculdade, para amigos, professores e até para a diretora”. Quando a formatura se aproximou, a artesã começou a fazer algumas latinhas para dar de lembrança a seus convidados, assim dois colegas se interessaram e fizeram encomendas com a mesma finalidade.

Segundo Maíra, foi uma grande correria para entregar tudo a tempo, “mas a quantia foi exatamente a que eu precisava”, completa.

Ideias como a Maíra encantam pela criatividade e fazem com que lixo vire arte e seja sinônimo de lucro e renda. Atualmente Maíra deixou seu emprego para se dedicar ao artesanato em tempo integral, comercializando seus produtos pelo seu próprio site, além de desenvolver um projeto em um presídio, onde ensina artesanato e faz com que a arte daquelas pessoas transforme-se também em renda, pois acredita que assim como o artesanato ajudou ela, pode ajudar a vida dessas pessoas que geralmente sofrem para se recolocarem no mercado e conseguirem um espaço no mundo profissional.

Com orgulho notável e grande felicidade por realizar seu sonho com atitudes sustentáveis, mas rentáveis, Maíra encerra lembrando: “no dia da formatura, quando fui vestir a toga, vi que havia pingos de tinta em meus pés, achei graça, mas me lembrei com orgulho que havia pagado minha festa com “lixo”.


(as fotos foram cedidas pela própria artesã. Obrigada Maíra!)

Gerações futuras e a Sustentabilidade

As futuras gerações é uma outra preocupação que nos faz pensar mais em cuidar do Meio Ambiente. Segue abaixo a reportagem "Gerações futuras e a sustentabilidade", feita com câmera de celular, que aborda essa questão.



(A reportagem foi totalmente produzida pelo grupo)

Vazamento de petróleo no Golfo do México afeta fauna e flora local

O documentário Nosso Planeta, Nossa Casa, de Yann Arthus-Bertrand, foi lançado em 5 de junho de 2009, no Dia Mundial do Ambiente. A obra tem como objetivo retratar os estragos ambientais causados pelos seres humanos na natureza. Para isso, o diretor usa e abusa do uso de imagens que retratam a natureza existente em nosso planeta, a fim de mostrar ao telespectador a beleza e a riqueza ecológica que possuímos.
No entanto, ao mesmo tempo em que enaltece nossas paisagens, o diretor chama a atenção para a destruição causada por nós mesmos a diversos sítios ecológicos em todo o mundo, sendo a maioria deles destruídos por motivos econômicos, entre eles, a exploração da terra no processo de cultivo.
A obra pode soar pessimista nos primeiros minutos de exibição, levando os telespectadores a pensarem que não há mais salvação para o nosso planeta, no entanto, a principal mensagem desenvolvida pelo filme é conscientizar a população que apesar de toda destruição ainda há tempo para salvar nossa casa.

Essa deveria ser a mensagem transmitida no Dia Mundial do Ambiente, que aconteceu ontem, porém, estamos enfrentando no momento aquele que já é considerado um dos maiores e mais graves acidentes ecológicos da história.

No dia 20 de abril, terça-feira, explodiu na região do Golfo do México, uma plataforma da empresa petroleira, British Petroleum (BP). Dois dias após a explosão, a plataforma afundou.
De acordo com o site G1, cerca de “5 mil barris estavam vazando por dia no mar”, e a mancha de petróleo que encobria o mar do Golfo era maior que o país da Jamaica.

O principal estado norte-americano afetado pelo desastre foi a Lousiania, onde se concentram cerca de 40% dos pântanos e mangues do país. Além disso, o local é extremamente rico em diversidade de fauna e flora, e habitat de diversas aves e peixes.

Esse é um dos principais problemas causados pelo vazamento de petróleo. Além da poluição dos mares, a vida de centenas de animais está ameaçada devido a rapidez com que o produto está se espalhando pelo local. Além disso, a indústria pesqueira da região está sendo afetada.

A maioria das empresas petrolíferas afirma ter planos para a contenção de possíveis vazamentos de petróleo nos mares, porém, esse não é o caso da British Petroleum. Para evitar a dispersão do fluído no mar, a empresa colocou tubos de contenção ao redor das áreas mais afetadas e começou a jogar dispersantes na região, para destruir as manchas do fluído.

A preocupação de ambientalistas e da população em geral, no momento, é a tentativa de proteção dos animais da região, enquanto a empresa petrolífera tenta consertar seu erro.

30 segundos para Marte e 200 milhas ao norte do Ártico

Uma pesquisa realizada por cientistas americanos e britânicos afirma que 87% das geleiras marítmas registraram uma redução nos últimos 50 anos, período em que a temperatura do planeta aumentou 2,5 graus centígrados. De acordo com os cientistas, essa redução ocorre devido à perda das plataformas de gelo flutuante nos rios de água doce congelada que terminam no mar.O descongelamento, seguido de desaparecimento, das geleiras contribui diretamente para o aumento do nível dos mares. (Site do “Instituto Ahau”: http://www.ahau.org/332.0.html Acesso em 03 de Junho de 2010)

O vídeo de “A Beautiful Lie”, da banda norte - americana 30 Seconds to Mars, inicia com a declaração de um homem que vive em uma região de geleiras desde que nasceu. Ele afirma que ocorreram mudanças no gelo, e que estas, alteraram a vida dele. Continua dizendo que se as mudanças climáticas não cessarem as vidas de muitas pessoas como ele podem mudar.

Para a gravação do videoclipe a banda viajou até 200 milhas ao norte do Ártico da Groelândia. Durante o processo de produção, os integrantes trabalharam com o “Natural Resources Defense Council”, visando estratégias que diminuíssem o consumo de combustível durante as gravações, e consequentemente diminuíssem o impacto das filmagens no ambiente. Além disso, compraram os chamados “Bleng Green Tags” americanos, um produto certificado de energia renovável, que ameniza os efeitos ambientais da queima de combustíveis na América do Norte.

Para complementar o lançamento do videoclipe de “A Beaultiful Lie”, música título do álbum lançado em 2005, a banda criou o site abeautifullie.org onde as pessoas podem encontrar informações que ajudem na proteção do meio ambiente , novidades sobre o assunto, fotos e o próprio clipe da banda. Esta é mais uma iniciativa de conscientização da população, e principalmente dos jovens, a respeito do estado de degradação em que se encontra o planeta em que vivemos e que pede medidas urgentes de solução.

Confira o vídeo de "A Beautiful Lie" a seguir. Antes de começar, o vocalista Jared Leto faz uma pequena apresentação.

Woodstock volta para falar de sustentabilidade

A partir da década de 1960, a questão da degradação ambiental se torna um problema evidente que busca uma solução. Este período foi marcado pelo surgimento de um novo ecologismo, um movimento iniciado por ativistas que criticavam a “sociedade tecnológica-industrial, de consumo, cerceadora das liberdades individuais, (em ambos os sistemas, capitalista e socialista), homogeneizadora das culturas e, sobretudo, destruidora da natureza” (DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:Hucitec, 1996. (in) VARGAS, Heliana Comin. População e Meio Ambiente na entrada do Terceiro Milênio: Em busca de uma nova ética.)

Os assuntos ecológicos, ao lado do pacifismo e dos direitos das minorias, foi um dos temas mais influentes durante a “contra – cultura” recorrente nos anos 60, que serviu de inspiração para muitos grupos que optavam por um estilo de vida alternativo, vivendo na natureza. Este é o caso dos hippies, cujo a ideologia consistia em morar em regiões rurais ou afastadas, rejeitando a comunidade de consumo industrial.
(ZUKOVSK, Kenny, MARIANO, Maria Luiza, BELTRÃO, Márcio, VIDUTTO, Marienne C.S. Busto. Relações entre meio ecologia, cultura, meio ambiente e design.)


É neste contexto que ocorreu em 1969, na pequena cidade de Bethel, interior de Nova York, o lendário “Woodstock Music & Art Fair”, mais conhecido como o Festival de Woodstock.
O evento foi anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz e Música” e teve a participação dos principais nomes do rock n’ roll da época, como Janis Joplin e Jimmy Hendrix.

O festival foi uma forma de manifestação e conscientização a respeito da situação em que o mundo, e mais precisamente os Estados Unidos, se encontravam naquele momento. Foi uma forma de protesto contra a guerra no Vietnã, a favor da liberdade sexual e da preservação do meio ambiente.

O empresário Eduardo Fisher (do Festival Maquinaria) e o organizador Perry Farrel (do Lollapalooza), também responsáveis por Woodstock, partiram com uma iniciativa que pode ficar marcada na história do entretenimento e da luta em prol do meio ambiente: uma nova edição de Woodstock, confirmada para o segundo semestre de 2010. O evento vai ocorrer no Brasil, na Fazenda Maeda, em Itu, interior de São Paulo, entre os dias 7 e 9 de outubro e traz a sustentabilidade como tema.

Trata – se de uma forma de tentar atingir mais pessoas, principalmente os jovens, a respeito da situação de degradação ambiental em que o nosso planeta se encontra. O evento busca conscientizar a população de que atitudes sustentáveis precisam ser assumidas, tendo em vista a preservação do planeta Terra, a nossa casa, para que as futuras gerações não sofram as consequências dos nossos erros.

A maior parte dos artistas cotados para participar do evento não integraram a geração responsável pelo primeiro Woodstock. Na lista figuram nomes que marcaram principalmente a década de 1990: Foo Fighters, Smashing Pumpkins, Pearl Jam, Green Day, entre outros. Dentre as cotações, há rumores de que Bob Dylan estaria em negociações. Por enquanto, não há mais informações a respeito do festival.

O diálogo entre filmes comerciais e meio ambiente

No decorrer dos anos, o mundo cresceu tecnologicamente, o que mehorou muito a vida da população. Porém, simultaneamente houve a degradação ao meio ambiente, com muita poluição das águas, desmatamento e excesso de gases tóxicos. Assim, cada vez mais são discutidas soluções que possam amenizar ou acabar com essas destruições.

A preocupação com a natureza não é recente, pois houve, no Brasil em 1799, um dos primeiros registros que abordava essa questão ambiental. E depois de muito tempo surgiram duas correntes que caminhavam para o desenvolvimento sustentável: o economicismo e o ambientalismo.

O economicismo tem a ideia de que o crescimento precisa ser zero, ou seja, é necessário o congelamento da economia. Já o ambientalismo critica o consumo, esse modo de vida contemporâneo.

E é com essas perspectivas que muitos filmes comerciais dialogam, no qual o homem é o maior responsável pela destruição do meio ambiente. Alguns desses trazem a catástrofe, o fim do mundo por conta disso, por exemplo "Acquaria", de Flávia Moraes, "O Dia Depois de Amanhã" e "2012", ambos de Roland Emmerich.

Essas obras tem o seguinte ponto de vista: o de que o mundo não tem mais jeito de ser consertado. A população com irresponsabilidade maltratou a natureza e agora esta se revolta contra os homens, como em "Acquaria", onde a água está se esgotando.
Outro filmes abordam como o planeta está desgastado. É o caso da animação "Wall-E", de Andrew Stanton, em que há a crítica do excesso de lixo e poluição da atmosfera por gases tóxicos. Há, também, o filme bilionário "Avatar", de James Cameron, que aborda como a tecnologia e o homem destroem a natureza.

Assim, percebe-se que as discussões sobre esse assunto crescem cada vez mais, pois há uma maior preocupação e informação por parte das pessoas de transmitirem e fazerem algo que possa amenizar as catástrofes. E o modo sustentável de viver é uma das possíveis soluções, pois é preciso haver um equlíbrio de consumo e produção. Isto é, "a noção de desenvolvimento sustentável leva à necessária redefinição das relaçoes sociedade humana/natureza e, portanto, uma mudança substancial no modelo civilizatório" (Pedro Jacobi, 2006).

O artigo de Pedro Jacobi "Meio Ambiente e Sustentabilidade" está disponível no site: http://www.unifap.br/editais/2006/PMDAPP/sustentabilidade%5B1%5D.pdf

Turismo Aquático

O turismo aquático tornou-se um bom caminho para se manter a natureza e agregar renda para ajudar na manutenção e prevenção do sistema ecológico aquático.

A biodiversidade encontrada nos mares, lagos, cachoeiras entre outros, é um dos artifícios do ramo turístico para atrair mais visitantes para tais passeios. Nesses, aproveita-se para falar um pouco de como a natureza, principalmente a água é necessária para o futuro do Planeta e como usada de forma consciente pode render diferentes e encantadores passeios.

Esse consumo consciente dos recursos naturais tem a ver com o pensamento daqueles que apóiam o Desenvolvimento Sustentável, ou seja, tentar banir o consumo se torna utópico pelo contexto histórico e social que estamos inseridos, entretanto, consumir de forma consciente diminui os riscos de um dano muito acima do suportado pela natureza. Se todos agissem dessa forma, o futuro, as novas gerações teriam uma garantia melhor de riquezas naturais, entretanto com o consumo desenfreado, pesquisas apontam o fim de vários recursos naturais importantes como à água.

O EDEN - Destinos Europeus de Excelência, que conta com as principais e mais belas rotas turísticas da Europa elegeu nesse ano de 2010 o tema “Turismo Aquático”. O foco é promover abordagens inovadoras e sustentáveis no turismo aquático de modo a desenvolver um ambiente de melhor qualidade, de reagir aos problemas ligados às questões sazonais e de reequilibrar os fluxos turísticos provenientes de destinos turísticos mais famosos e mais concorridos.(Para saber mais: http://ec.europa.eu/enterprise/sectors/tourism
/eden/themes-destinations/2010-aquatic/index_pt.htm)

Então aproveitem o que a natureza tem de bom com consciência. Os passeios turísticos aquáticos é um bom programa para quem busca contato direto com a natureza e de forma sustentável.

Abaixo seguem algumas dicas para quem procura aventura, inovação, natureza e muuuuuita água: Rafting; Mergulho; Cachoeira; Canoagem; Canyonning; Hidrospeed; Windsurf; Vela, etc. Opções não faltam. Informa-se melhor na internet ou em agências de viagem e aproveite!

























































(Colaboraram com as fotos: Aline Campos (Aruba), Thiago Benevenuto (Fernando de Noronha), Rosangela Mello (Rafting), e acervo disponível na internet (Bonito)

Ecochic =]

Olá! Começaremos as postagens do nosso blog. para abrir, um vídeo mega fofo que assistimos na aula de Meio Ambiente e Sustentabilidade, que fez o maior sucesso. É um comercial da Honda que trás valores muito interessantes. Então, assista o vídeo, siga a letra e divirta-se ;)



Here's a song for anyone
who's ever hated...
in the key of Grrr...

Can hate be good? Can hate be great?
Can hate be good? Can hate be great?
Can hate be something we don't hate?

We'd like to know... why it is so.
That certain diesels must be slow
and thwack and thrum... and pong
and hum and clatter-clat

Hate something. Change something.
Hate something, change something,
make something better-r-r-r

Ohh isn't it just bliss... when a diesel goes like this?

Hate something. Change something.
Hate something, change something,
make something better-r-r-r...