Artesanatos recicláveis se transformam em renda e em realização de sonhos para quem sabe aproveitar
Sabemos que dinheiro nos ajuda a conquistar sonhos, mas que nem sempre estes são possíveis e acessíveis para nossa realidade. Então o que fazer para gerar uma renda a mais e depender só de você mesmo para isso?
Maíra Gonçalves Fontoura, 29 anos, encontrou a resposta e o caminho para realizar um sonho. “Paguei toda minha festa de formatura com o meu artesanato”, comemora.
Por meio de uma maneira sustentável e ecologicamente correta, Maíra achou uma maneira de reaproveitar objetos descartados e transformar em lucro. Especialmente, no ano em que sabia que se formaria na faculdade de Marketing, a artesão criou “Eco Latas”, apelido carinhoso que ela mesma deu ao seu trabalho, feitas com decoupage em guardanapos, aplicados em latas de leite em pó. No Natal de 2009, Maíra aproveitou a comemoração e saiu vendendo suas latas: “vendi na faculdade, para amigos, professores e até para a diretora”. Quando a formatura se aproximou, a artesã começou a fazer algumas latinhas para dar de lembrança a seus convidados, assim dois colegas se interessaram e fizeram encomendas com a mesma finalidade.
Segundo Maíra, foi uma grande correria para entregar tudo a tempo, “mas a quantia foi exatamente a que eu precisava”, completa.
Ideias como a Maíra encantam pela criatividade e fazem com que lixo vire arte e seja sinônimo de lucro e renda. Atualmente Maíra deixou seu emprego para se dedicar ao artesanato em tempo integral, comercializando seus produtos pelo seu próprio site, além de desenvolver um projeto em um presídio, onde ensina artesanato e faz com que a arte daquelas pessoas transforme-se também em renda, pois acredita que assim como o artesanato ajudou ela, pode ajudar a vida dessas pessoas que geralmente sofrem para se recolocarem no mercado e conseguirem um espaço no mundo profissional.
Com orgulho notável e grande felicidade por realizar seu sonho com atitudes sustentáveis, mas rentáveis, Maíra encerra lembrando: “no dia da formatura, quando fui vestir a toga, vi que havia pingos de tinta em meus pés, achei graça, mas me lembrei com orgulho que havia pagado minha festa com “lixo”.
Sabemos que dinheiro nos ajuda a conquistar sonhos, mas que nem sempre estes são possíveis e acessíveis para nossa realidade. Então o que fazer para gerar uma renda a mais e depender só de você mesmo para isso?
Maíra Gonçalves Fontoura, 29 anos, encontrou a resposta e o caminho para realizar um sonho. “Paguei toda minha festa de formatura com o meu artesanato”, comemora.
Por meio de uma maneira sustentável e ecologicamente correta, Maíra achou uma maneira de reaproveitar objetos descartados e transformar em lucro. Especialmente, no ano em que sabia que se formaria na faculdade de Marketing, a artesão criou “Eco Latas”, apelido carinhoso que ela mesma deu ao seu trabalho, feitas com decoupage em guardanapos, aplicados em latas de leite em pó. No Natal de 2009, Maíra aproveitou a comemoração e saiu vendendo suas latas: “vendi na faculdade, para amigos, professores e até para a diretora”. Quando a formatura se aproximou, a artesã começou a fazer algumas latinhas para dar de lembrança a seus convidados, assim dois colegas se interessaram e fizeram encomendas com a mesma finalidade.
Segundo Maíra, foi uma grande correria para entregar tudo a tempo, “mas a quantia foi exatamente a que eu precisava”, completa.
Ideias como a Maíra encantam pela criatividade e fazem com que lixo vire arte e seja sinônimo de lucro e renda. Atualmente Maíra deixou seu emprego para se dedicar ao artesanato em tempo integral, comercializando seus produtos pelo seu próprio site, além de desenvolver um projeto em um presídio, onde ensina artesanato e faz com que a arte daquelas pessoas transforme-se também em renda, pois acredita que assim como o artesanato ajudou ela, pode ajudar a vida dessas pessoas que geralmente sofrem para se recolocarem no mercado e conseguirem um espaço no mundo profissional.
Com orgulho notável e grande felicidade por realizar seu sonho com atitudes sustentáveis, mas rentáveis, Maíra encerra lembrando: “no dia da formatura, quando fui vestir a toga, vi que havia pingos de tinta em meus pés, achei graça, mas me lembrei com orgulho que havia pagado minha festa com “lixo”.
(as fotos foram cedidas pela própria artesã. Obrigada Maíra!)
1 comentários:
Olá, adorei ver minha história contada aqui! Espero que todos visitem meu Blog para conhecer mais do meu trabalho. beijos!
www.reciclagemearte.blogspot.com
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